Por George W B Cavalcanti
Quando, em algum momento, em tí,
A emoção incontida verter sua lágrima;
Mesmo única, solitária, discreta, furtiva,
Mas assim, pesada, escorendo persistente.
Daixa-a livre, até mesmo derramar na tua boca,
O seu licor de proteínas, gorduras e sais minerais;
Ela é dor ou alegria em forma translúcida e concisa,
Resgatando memória e por alguma razão requerida.
Seja de prazer, tristeza, júbilo ou de desgosto,
Não detenhas em sua trilha sinuosa pelo rosto;
Marcado com o rastro íntimo, úmido e brilhante.
É tão similar ao líquido do nosso berço amniótico,
Que nos faz sentir o gosto da nossa própria essência,
O sabor do saber cuidar do outro que traz à luz a vida.
União dos Palmares - AL, 29 de agosto de 2008.
Quando, em algum momento, em tí,
A emoção incontida verter sua lágrima;
Mesmo única, solitária, discreta, furtiva,
Mas assim, pesada, escorendo persistente.
Daixa-a livre, até mesmo derramar na tua boca,
O seu licor de proteínas, gorduras e sais minerais;
Ela é dor ou alegria em forma translúcida e concisa,
Resgatando memória e por alguma razão requerida.
Seja de prazer, tristeza, júbilo ou de desgosto,
Não detenhas em sua trilha sinuosa pelo rosto;
Marcado com o rastro íntimo, úmido e brilhante.
É tão similar ao líquido do nosso berço amniótico,
Que nos faz sentir o gosto da nossa própria essência,
O sabor do saber cuidar do outro que traz à luz a vida.
União dos Palmares - AL, 29 de agosto de 2008.