Por George W de B Cavalcanti*
O que querem assim,
senão retraços de sonhos,
ao vestir fantasia de arlequim;
nesse festim repetitivo e bisonho.
Gastar toda sua energia,
no encenar obviamente inútil,
na consumição de etílica alegria;
há física e mental oferenda ao fútil.
População por si soterrada,
pelo cair da própria construção;
a desabar pela gestão descuidada.
Mero engano do que poderia,
de alimentos e mentes ser celeiro;
que a qualidade de vida defenderia.

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