Saudação

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sábado, 2 de maio de 2009

Quando a indulgência é descabida

Por George W. B. Cavalcanti


E
ntendemos que o nosso atual supremo mandatário e sua trupe de associados neo-bolcheviques - compulsivos do poder pelo poder - parecem praticar uma espécie de jogo de relações internacionais de um pragmatismo cínico. Que, beira as raias da chantagem diplomática e faz do povo brasileiro sua indefesa vítima e joguete de um grupo de evidentes totalitários inimigos da civilização democrática.

Particularmente não sabemos o que o Sr. Mahmoud Ahmadinejad, o virulento atual presidente do Irã, vem fazer por aquí. Uma vez que o seu país é a antítese de todos os avanços políticos e institucionais; tais como os que, a duras penas, foram conquistados por nosso povo nos últimos vinte anos. Não concebemos o que tamanho obscurantismo tenha de relevante ou significativo para oferecer ao nosso sofrido povo.

O que sabemos e o mundo inteiro civilizado também sabe é que, o referido títere iraniano e seu governo é um perigo não só para judeus, mas para bahais, homosexuais, a liberdade de imprensa, enfim... Para toda a humanidade, incluindo mulçumanos que discordam de sua visão de mundo.

Pensamos que,os governantes de um país democrático como o Brasil deveriam se posicionar coerentemente e criticar abertamente tais odiosos e perversos regimes políticos. Ao invés de ousar pretender receber - ridiculamente - com pompas e circunstâncias, um defensor do totalitarismo. Tanto quanto, da homofobia, da discriminação de mulheres e religiosa (bahais, evangélicos, judeus e outras minorias torturadas, massacradas e mortas no Irã) e, da destruição de Israel. Esta sim, inequivocamente a única nação democrática em todo o Oriente Médio.

Nos somamos, pois, aos milhares de vozes da cidadania lúcida esclarecida e coerente do nosso país, em defesa da soberania e da imagem respeitável do nosso querido Brasil -; repositório que é das liberdades democráticas, dos direitos das minorias e da diversidade de fé e culto religioso.

Não sabemos o que pensa estar fazendo o presidente Lula. O qual, foi indulgentemente chamado de "o cara" pelo gentil e educado Sr. Barack Hussein Obama, atual presidente dos Estados Unidos da America que, por sinal, é a nação mais odiada pelo Sr. Ahmadinejad.

Imaginamos que, a esta altura, o já notável Sr. Obama percebeu estar "pagando a língua" por um seu desmedido elogio feito ao seu colega brasileiro. Mas, também deve estar com importantes preocupações motivadas pelos mimetismos politico-populistas do seu elogiado mas, pouco letrado e também falastrão visinho sul-americano.

Concluimos propondo que, a resposábilidade que nos cabe nesta hora preocupante é fazer saber aos nossos políticos e governantes que, se escutarem o nosso povo - a chamada "voz rouca das ruas" como bem o definiu o eminente democrata Ulisses Guimarães -, certamente dele ouvirão um indignado e rotundo NÃO -; contra a vinda do presidente do Irã ao nosso país.

Em tempo: 'O Dia Seguinte'...




Fonte da foto: sítio (site) deOlhonaMidia.org.br Com uso de imagem cedida pelo GRUPO ARTISION.

segunda-feira, 23 de março de 2009

De quem é a bola? - Consciência e compromisso



Org. George W de B Cavalcanti*



Um povo, nação, país ou cultura só possui confiabilidade e sustentabilidade quando tem por lastro reservas morais e éticas. -  George W. de B. Cavalcanti

O texto a seguir, de autoria desconhecida, é bastante ilustrativo e indutor de saudável reflexão.

Adão e Eva:
No princípio do mundo, Adão e Eva cometeram a primeira falta para com D-us. E, em seguida, os homens passaram a atribuir os males do mundo - as doenças, as crises, os sofrimentos - somente à falta cometida no passado por Adão e Eva.

"A bola", o problema, era sempre atribuído apenas ao pecado de Adão e Eva.
Acontece que as crises foram aumentando, o mundo mudando, o homem se conscientizando e concluindo que 'a bola' não era de Adão e Eva e, jogou 'a bola' para o governo...

O Governo:
O governo passou a ser responsabilizado por todos os problemas, por todos os males que envolvem a humanidade.
O povo passaria fome 'por causa do governo',
A educação não iria bem 'por causa do governo',
Tudo culpa 'do governo', tudo culpa de reis, de imperadores, de ditadores ou, 'do presidente'.
Jogaram 'a bola' em suas mãos, responsabiliazando-os pelos pequenos e grandes problemas.
Acontece que o povo percebeu que 'a bola' não era do governo, mas do sistema.
E, passaram 'a bola' para o sistema...

O Sistema:
Quem é esse tal "Sistema"? O que ele faz? Onde fica? Todas as famílias passaram a acusar o 'sistema' como responsável pelos problemas. Responsabilizaram então, os pais e os educadores integrantes do 'sistema' pelo elevado número de marginais adolescentes que surge nos grandes centros populacionais. Culpando o tal 'sistema' por não tê-los educado e por eles não possuirem senso de família.
O povo continuou a questionar: "De quém é a bola"? E, achou que 'a bola' deveria ser passada mesmo para o pai e a mãe -; mas, afinal, todo mundo tem pai e mãe...

O Pai e a Mãe:
O pai e a mãe entraram em polêmica.
O pai jogou 'a bola' para a mãe, acusando-a como responsável pela educação do filhos no lar.
Se os filhos iriam mal, ele diria: "Você não para em casa, você não os acompanha; não cuida da saúde deles, só pensa em emancipação, quer ter até mais direitos que o homem e, até trabalha fora em dois horários.
Essa família ficou mal.
E, a mãe por sua vez, se sentindo injustiçada, jogou 'a bola' para o pai, acusando-o por não estar presente no lar nos momentos cruciais da educação, dizendo-lhe: "Você é quem só tem tempo para o futebol e para a cervejinha no barzinho.
Essa família ficou muito mal.
Aconteceu que os dois, em crise, resolveram se unir e justificar seu erro de responsabilidade, jogando 'a bola' para a escola...

A Escola:
A escola recebeu os reflexos dos problemas familiares e sociais tradizidos em alunos mal alimentados, carentes afetivamente, com aprendizagem lenta, com dificuldades pessoais e socialmente desajustados.
Mas a escola resolveu se isentar dessa desmesurada responsabilidade em educar e disse que o problema, 'a bola', deveria retornar ao pai e a mãe, ao sistema, ao governo; e, que ela, a escola, só deveria fazer aquilo que lhe compete, ou seja, transmitir os conteúdos da grade curricular.

Acontece que 'a bola' continuou solta. O mundo em decadência ética e moral, as crises aumentando de intensidade, a humanidade se violentando, as crianças cada dia mais desrespeitadas; todos se desesperando. E, a Terra que foi criada para ser um paraíso, passou a ser um mega campo de concentração na guerra do desamor.
'A bola' continuou sendo jogada "para lá e para cá". O "corpo fora", se omitindo, se tornando alheio ao amor e à responsabilidade...

Portanto, outra alternativa não há senão que seja deixada com VOCÊ, agora, "A BOLA".




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