Saudação

Olá! Este é um espaço de escrita criativa com um toque de humor, e expressão da minha vontade de me aproximar do poder revelador das palavras. Testemunho do meu envolvimento com a palavra com arte, e um jeito de dar vida à cultura que armazeno. Esta página é acessível (no modelo básico) também por dispositivo móvel. Esteja à vontade.
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domingo, 10 de outubro de 2010

Quando Brasília treme



Por George W de B Cavalcanti*


Com é característico foi um ‘salve-se quem puder’ na esplanada do Planalto. Porque quando a terra treme não tem bravo, não tem valente, e nem exímio equilibrista em ‘corda bamba’ que se sustente. E, tampouco os mais sagazes mistificadores conseguem esconder tamanho e tão portentoso fenômeno natural – desde as profundezas.

Tremeu palácio, coreto e o palanque do desmesuradamente ufanista e fanfarrão, no abalo do Planalto no primeiro turno, ao cantar sísmico da natureza; e continua a sentir tremores secundários. Refiro-me aos causados, por sorrateiro e irrefreável movimento, digamos, de ‘placas tectônicas eleitorais. Estas, evidentemente subestimadas por neocomunistas instalados no epicentro, do poder, e sem nada entender de sismologia; tanto que, viu-se debandada.

Parece que o impacto, “nunca antes visto neste país”, calou fundo e foi interpretado pelo presidente cabo eleitoral ‘full time’ como uma armação dos tucanos; que, naturalmente, ‘levaram no bico’. Pois aconteceu que as tais ondas de impacto, provocadoras do sismo altiplano, de verde mudaram para azul e amarelo; ou melhor, para verde, amarelo, azul e branco. Redirecionadas para o espectro natural e democrático de cores deixaram o vermelho ‘bege’.

Quando a terra treme é hora de analisar rápido a estruturas e conjunturas em urgentes condições; é questão de sobrevivência. Mas, quem só olha para o umbigo não tem a perspectiva de entorno, mormente quando abrigado em ‘balança mais não cai’ do serviço público federal. Então uns gelam e outras perdem a graça, e ‘cara de pau’ vira ‘cara de tacho’ por falta-lhes gás de campanha.

Correram então a campo aberto. Espero que o suficiente para sentir o lufar do vivificante vento da liberdade democrática. E, para entender que, embora comunista ateu não acredite em desígnios divinos, Deus continua a olhar por nós e a nos dizer que o Brasil pode mais.

Senão, veja a seguir o que nos diz o emérito jurista Dr. Ives Gandra da Silva Martins, em entrevista no Programa do Jô, de algum tempo atrás. Pra que, em tempo hábil livremos o nosso povo e a Pátria, do sinistro plano que a candidata governista em campanha esconde:

PNHD 3 - Aberração Brasileira pt7
PNHD 3 - Aberração Brasileira pt8


REFLITA E TIRE AS SUAS CONCLUSÕES. SÓ DEPNDE DE VOCÊ, SÓ DEPENDE DO SEU VOTO.

*Guershon bem Levi (nome hebraico recebido em tevilah conforme a tradição judaica)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A (r)evolução pelo voto

Por George W B Cavalcanti


Eleitor indeciso até na hora de votar sempre existiu e vai continuar existindo: isto faz parte da liberdade democrática e, como em tudo na vida, tem o seu lado bom e outro ruim. Porque, se por um ponto de vista este tipo de eleitor parece mostrar senso de responsabilidade e de seriedade no trato das eleições, por outro pode ser um sinal de grave despreparo e imaturidade para a vivência cívica.

Evidentemente que os retardatários na escolha dos candidatos e os vacilantes na frente da urna de votação merecem mais atenção e cuidados especiais; tanto pelos candidatos aos cargos eletivos quanto pelas instituições e poderes constituídos. Mas, vale ressaltar que nesse processo educativo da cidadania, tem cota maior de responsabilidade e de engajamento, cada um e todos os melhores preparados pela educação – principalmente a formal – e pela experiência prática da vida.

Certamente que, a busca por fazer parte do grupo das nações mais dinâmicas e desenvolvidas está no íntimo de cada um de nós brasileiros e, mesmo as nossas crianças já tem claro o nosso potencial e querem transformar este país grande num um grande país. Parece estar ficando claro para nós o entendimento de que, evolui-se neste sentido ao se ser diligente e pelo senso de solidariedade cívica e patriótica – e, com júbilo vemos isto firmar-se em campanha eleitoral em nosso país.

Vez que, embora lentamente como tudo no processo das mudanças culturais, pouco a pouco – demorou, hem! – as putrefatas mazelas e patifarias das velhas e carcomidas práticas eleitoreiras vão paulatinamente para a lata do lixo da nossa história. ‘Reciclagem’ delas? Sem chance! O nosso velho e bom ‘gigante pela própria natureza’ parece que finalmente está acordando; até porque a nossa gente está longe de ser constituída por alguma etnia descerebrada ou por alguma subespécie humana -, imagem esta que só se configura na mente deformada de ridículos absolutistas de grotões ou de favelas -; para os quais definitivamente não há mais futuro.

Escolhamos, pois, os nossos candidatos a titulares dos poderes legislativo e executivo sempre conforme suas competências e merecimentos e, sempre os melhores; não por outro critério que não seja a idoneidade, bom caráter e comprovada capacidade para o cargo. Assim, votemos sem medo e com responsabilidade, para o bem do aperfeiçoamento da democracia – ora exercida eleitoralmente nos âmbitos municipal e estadual. Ou seja, na consolidação de importantes conquistas coletivas pela prática do voto universal, secreto, limpo e bom; que é o instrumento maior na conquista da cidadania e soberania nacionais.


União dos Palmares - AL, 31 de agosto de 2008.

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