Saudação

Olá! Este é um espaço de escrita criativa com um toque de humor, e expressão da minha vontade de me aproximar do poder revelador das palavras. Testemunho do meu envolvimento com a palavra com arte, e um jeito de dar vida à cultura que armazeno. Esta página é acessível (no modelo básico) também por dispositivo móvel. Esteja à vontade.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A lei de cada um - aforismos



Org. George W de B Cavalcanti


"A realidade é uma ilusão criada por uma aguada escassez de álcool". (de Raymod Aron, filósofo liberal francês)

"A Democracia é a pior forma de governo, exceto as outras". (de Winston Churchill, estadista ingês)

"É verdade que a liberdade é preciosa. Tão preciosa que é preciso racioná-la". (de Lênin, ideólogo comunista russo)

"Uma única morte é uma tragédia; 1 milhão de mortes é uma estatística". (de Stalin, ditador siviético)

"Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes mesmo quando não há rios". (de Krushev, primeiro-ministro comunista soviético)

"O ilegal é o que fazemos imediatamente. O inconstitucional é o que exige um pouco mais tempo". (de Henry Kisinger, secretário-geral de Estado norte-americano)

"Um conservador é um homem com duas excelentes pernas, que contudo nunca aprendeu a andar para a frente". (de Franklin Roosevelt, presidente dos Estados Unidos da América e estadista)

"A dificuldade não está nas idéias novas, mas em escapar das antigas". (de Lord Keynes, economista, filósofo e escritor inglês)

"Patriotismo é a convicção de que o país da gente é superior a todos os demais, simplesmente porque alí nascemos". (de Bernard Show, pensador e escritor inglês)

"Num país onde o único empregador é o Estado, a oposição significa morte por inanição. O velho princípio de quem não trabalha não come é substituído por um novo princípio: quem não obedece não come". (de Hayek, cientista político e escritor)

"Um banqueiro é um tipo que nos empresta um guarda-chuva quando faz sol e exige-o de volta quando começa a chover". (de Mark Twain, teólogo, filósofo e escritor norte-americano)

"Grandes aumentos de custos com questionável melhoria de desempenho só podem ser tolerados em relação a cavalos e mulheres". (de Lord Kelvin, economista político e escritor inglês)

"As promessas só comprometem aqueles que as recebem". (de Charles De Gaulle, general e estadista francês)

"O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros". (de John Randolph, congressista norte-americano)

"Os ministérios se compõe de dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo". (de Getúlio Vargas, presidente da república do Brasil)

"Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa". (de Mário Covas, parlamentar e governador do estado de São Paulo)

"A política não é a arte do possível. Ela consiste em escolher entre o desagradável e o desastroso". (de John Kenneth Gabraith, cientista político e economista norte-americano)

"No tocante a celibato e casamento é melhor não interferir, deixando que o homem escolha o que quiser. Em ambos os casos, ele se arrependerá". (de Sócrates, eminente filósofo grego)

"É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e merecem estar bem representados". (de Hubert Humphrey, vice-presidente dos Estados Unidos no governo Lindon Johnson)

"Não estão seguras as vidas, a liberdade e a propriedade de ningém enquanto a legislatura estiver em sessão". (de King Murphy, pensador e escritor norte-americano)

"O político deve sempre buscar a aprovação, porém jamais o aplauso" (de Montesquieu, teórico-político e estadista francês)

"A política é a arte de fazer hoje os erros do amanhã, sem esquecer dos erros de ontem". (de Roberto Campos, economista, político e escritor brasileiro)

"O eleitor não deve nunca esquecer que é o mandante. O eleito é simples mandatário". (Ulysses Guimarães, deputado federal, PMDB-SP e constituinte em 1988)

"O demoníaco não é uma lenda - é o que os homens fazem uns aos outros". (Guillermo del Toro, cineasta mexicano autor de Hellboy e de Noturno, em 2009)



quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A (r)evolução pelo voto

Por George W B Cavalcanti


Eleitor indeciso até na hora de votar sempre existiu e vai continuar existindo: isto faz parte da liberdade democrática e, como em tudo na vida, tem o seu lado bom e outro ruim. Porque, se por um ponto de vista este tipo de eleitor parece mostrar senso de responsabilidade e de seriedade no trato das eleições, por outro pode ser um sinal de grave despreparo e imaturidade para a vivência cívica.

Evidentemente que os retardatários na escolha dos candidatos e os vacilantes na frente da urna de votação merecem mais atenção e cuidados especiais; tanto pelos candidatos aos cargos eletivos quanto pelas instituições e poderes constituídos. Mas, vale ressaltar que nesse processo educativo da cidadania, tem cota maior de responsabilidade e de engajamento, cada um e todos os melhores preparados pela educação – principalmente a formal – e pela experiência prática da vida.

Certamente que, a busca por fazer parte do grupo das nações mais dinâmicas e desenvolvidas está no íntimo de cada um de nós brasileiros e, mesmo as nossas crianças já tem claro o nosso potencial e querem transformar este país grande num um grande país. Parece estar ficando claro para nós o entendimento de que, evolui-se neste sentido ao se ser diligente e pelo senso de solidariedade cívica e patriótica – e, com júbilo vemos isto firmar-se em campanha eleitoral em nosso país.

Vez que, embora lentamente como tudo no processo das mudanças culturais, pouco a pouco – demorou, hem! – as putrefatas mazelas e patifarias das velhas e carcomidas práticas eleitoreiras vão paulatinamente para a lata do lixo da nossa história. ‘Reciclagem’ delas? Sem chance! O nosso velho e bom ‘gigante pela própria natureza’ parece que finalmente está acordando; até porque a nossa gente está longe de ser constituída por alguma etnia descerebrada ou por alguma subespécie humana -, imagem esta que só se configura na mente deformada de ridículos absolutistas de grotões ou de favelas -; para os quais definitivamente não há mais futuro.

Escolhamos, pois, os nossos candidatos a titulares dos poderes legislativo e executivo sempre conforme suas competências e merecimentos e, sempre os melhores; não por outro critério que não seja a idoneidade, bom caráter e comprovada capacidade para o cargo. Assim, votemos sem medo e com responsabilidade, para o bem do aperfeiçoamento da democracia – ora exercida eleitoralmente nos âmbitos municipal e estadual. Ou seja, na consolidação de importantes conquistas coletivas pela prática do voto universal, secreto, limpo e bom; que é o instrumento maior na conquista da cidadania e soberania nacionais.


União dos Palmares - AL, 31 de agosto de 2008.

Rádios de Israel - escolha a estação

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