Saudação

Olá! Este é um espaço de escrita criativa com um toque de humor, e expressão da minha vontade de me aproximar do poder revelador das palavras. Testemunho do meu envolvimento com a palavra com arte, e um jeito de dar vida à cultura que armazeno. Esta página é acessível (no modelo básico) também por dispositivo móvel. Esteja à vontade.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Lágrimas Por Mandela (Mandiba)

 
Por George W. de B. Cavalcanti    
 
 
Nesses dois mais recentes séculos existiu alguém que, realmente deu uma grande lição ao mundo: Nelson Mandela.
 
Mandiba (apelido de Mandela) poderia ter declarado uma caça às bruxas, expropriado tudo dos brancos e os colocado para fora do país. Ao invés disto, ele conclamou a nação a uma grande reconciliação. É daí que renasceu a África do Sul, tendo Mandela como primeiro presidente.
Embasado no privilégio da contemporaneidade humildemente peço desculpas se cometo equivoco ao dizer que, desde que o grande homem hora focalizado retornou à liberdade e a governar a África do Sul, não tive conhecimento de que ele tenha instituído quotas ou cotas, 'para isso ou para aquilo', à qualquer segmento populacional de seu país.
A pacificação, a identidade nacional e a integração socioeconômica foi por ele buscada e alcançada pela via sua via típica e equivalentemente sábia. O diálogo, o despertar de consciência e o firme comprometimento com a paz.
A visão amadurecida e clara do essencial, trabalhada com o respaldo do seu nome, do seu exemplo pessoal, um patrimônio ético e moral extraordinário e à serviço do esclarecimento das lideranças quanto ao supremo trunfo da soberania pela superação das diferenças.
Sem luta de classe, sem jogo demagógico, sem radicalismos delirantes e sem corrupção de valores e sem patifarias mas, com elevada consciência de defesa e aperfeiçoamento dos direitos do cidadão em um estado republicano.
E, estes, só são alavancados e alcançados com universalização de fatores tais como: saúde, a educação, a moradia, segurança, emprego e renda. Dinâmica típica democrática que uma nação que tem como característica e lastro a livre iniciativa.
No bojo desse momento, nem todos os mais eruditos discursos dos notáveis ou poderosos descreveriam a dimensão pessoal e histórica desse líder, mas, certamente o alcançarão, cada lágrima sincera anônima e ao redor do planeta.
É uma especial e rara corrente amorosa de gratidão e saudade, a que ora vivenciamos nós brasileiros, pela inerente consciência do caldeamento genético e cultural forte e brilhantemente africanos.
Saudades eternas Mandela, que descanse em paz, grande homem.
 
 
 
 


(Fonte das ilustrações: Google Imagens) 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Caminho, ciência e fé

"Se somos só nós, então é um grande desperdício de espaço"

 "A única coisa que devemos temer é o próprio medo".


Por George W de B Cavalcanti

 
Quantas vezes entrei em livrarias ou lojas em busca de uma fonte de informação sobre o que exatamente não sabia mas, a minha intuição apontava. E, encontrei exatamente o que buscava para o meu respectivo momento de vida...

Sobre um momento assim, tenho que dizer o seguinte:

Avanço histórico, evento, experiência pessoal, descoberta e nova compreensão da realidade, podem tornar-se um 'ponto de mutação' individual ou coletivo; a história é plena disso. Embora muitos ainda não o percebam, outros apenas pressintam, alguns intuam à busca, e, raros trilham tal nível de consciência planetária: a essencial e sutil identificação entre ciência e religião.

É na minoria que começa a plenitude, por e para além de si mesma, com revelações importantes na construção de uma nova e mais capaz pessoa e ser social. E, enfim a consolidação de chance para a humanidade. Ainda que, nos seja ínfima a compreensão da inteireza, tudo bem; isso é inerente à construção. O caminho se faz caminhando.
...Com este filme, para comigo, aconteceu também assim.
  
 
 

 
 

(Ilustração, fonte: Google Imagens)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

# PROFISSIONAL [ou, ”Marina Matilda” e a plantinha]*

*Aviso: Este texto e suas ilustrações são pura ficção e qualquer semelhança com personagens reais ou imaginários, vivos ou mortos; é mera coincidência.

 

Por George W de B Cavalcanti



Se, o pessoal que assinou ao vivo ou virtualmente o pretendido registro da “Rede” como partido político, quiser mesmo deixar de ser um bando de “ambientalistas de caqueiras”, deve “arengar” menos com o tal “Leon Caiado”.

E, tratar de “regar” a verde plantinha herdada pela “Marina Matilda”, depositando um Real (R$ 1,00) cada um na mão do “Tony Campos”, para que a pequena heroína siga em sua tenaz luta pela vida.

Porque, senão, a “grana”, a “farinha”, o “sistema”, o “patrulhamento” e tudo mais, não sairão da mão do aloprado “Lula Stansfield” e sua “gang mensaleira”.

Então, “marinistas” de plantão, melhor é ser nessa história um competente “Malky Adotivo”, do que nivelar-se à: “O Profissional” matador. Enfim, daqui para 2014 temos, ainda, algum tempo para “regarmos a esperança”.

 


(Fonte das fotos: Google Imagens)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Coroa de espumas



Por George W de B Cavalcanti
(texto atualizado em 10.10.2013)

Sucessão nessa úmida cena,
Produz um tempo aspergido,
Na alternância de ida e vinda;
O reluzir da porção pequena.
À plena noite ou início do dia,
Como se fora o mar em cristas,
A deixar o seu rastro e melodia;
Fugaz, a desafiar tantos artistas,
Com bramir ou carícia que alivia.

Esse corolário, não é nada à toa.
Leva-o, pois, do coração à fronte,
Resíduo airado e além de rumos.
A iluminar longe o seu horizonte,
Refaz, e torna a cada manhã boa.

Faz como eu que, colho espumas.
Levo-as à cabeça, próximo ao céu,
Assim, afasto denso véu e brumas.



(Ilustrações, fonte: Google Imagens)

domingo, 6 de outubro de 2013

Os dois lados do tempo*


Por George W de B Cavalcanti
 
 
a) O lado bom, tantas graças e vitórias alcançadas;
b) O lado mau, as perdas e a fadiga da caminhada.

Hoje a minha mãe, viúva, avó e bisavó Gerusa completa os seus 94 anos de vida. Somos todos imensamente gratos ao Eterno nosso Deus por sua vida e saúde. Por a ter junto à nós em nosso singelo, mas, tranquilo e acolhedor lar.

Visível é que, nesta ocasião, o seu semblante é um misto de satisfação e abatimento; devido à defecção, involuntária ou voluntária de alguns que ela não vê ao seu lado. Pessoas significativas cuja vida foi ceifada precoce e/ou barbaramente. E outras tantas há que, são convívios perdidos e afetos malversados; porque incoerentes e decepcionantes quanto ao respeito e à retribuição à ela devidos.

Também e especialmente nesta data, consoante ao coração e mente da minha mãe está a minha alma e o meu ânimo. Diante das perdas e decepções nos âmbitos da família e entornos: religioso, acadêmico, político e social; ao longo desses anos.

Assim, reiteramos, a nossa gratidão a Deus, e à todos/as quantos/as, em tempos de agruras e de esperança, tem-nos dedicado suas atenção e bons augúrios. E, ainda que ao longe, estão em oração e de coração ao nosso lado.

Entendamos, pois, o bem que fazemos e que, certamente estamos ainda melhor recompensados. Ao sermos partícipes no amor enquanto guardiões do reconhecimento; à vida e obra de uma mulher idônea e cidadã respeitável.
 
 
 
 
 
 
[*Texto originalmente postado neste endereço: https://www.facebook.com/george.wdebarros.cavalcanti Em 05.10.2013]
 
 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Se correr ou ficar, tudo é posição

 
 
Por George W de B Cavalcanti
 

Então, não existe essa estória de, “sou neutro porque sou omisso”. Porque se você é ativo ou passivo em relação a algo, isso já é posição. Senão vejamos, com alguma poesia:
 
Se você quer ou não quer compromisso;
Então, se você se mexe ou se fica parado.

Se você é proativo ou torna-se um omisso,
A atitude de não o fazer também é posição.

Após se nascer não existe o próprio aborto;
Não adianta você querer fingir-se de morto.

Seja lá indo, voltando, ou ficando...
Enquanto você ocupar espaço,
Certo é reconhecer que:
Qualquer, eu ou você;
Enquanto for um ser,
Inevitável é estar,
Posicionado.
 
 
 
 
 

(Ilustrações; fonte: Google Imagens)

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Ativista de sofá, "serial imbecilezator"


Por George W de B Cavalcanti


(Texto 'ficcional' e, qualquer semelhança com fatos ou pessoas é mera coincidência.) [Será?...]

  Vamos tentar definir aqui essa suposta opaca e indecifrável, pelo menos na concepção dele/a figura; porque trata-se de pessoa a médio e longo prazos intratável. É um indivíduo curioso, para não dizer, preguiçoso/a mental por natureza. Sem senso de percepção do entorno e nem da inteligência real do outro; ao qual, via de regra subestima. Essencialmente desprovido de autocrítica, considera-se um/a 'expert'; um/a "esperto/a". 

  Para o/a tipo/a, o grande lance da vida é fazer o próximo de 'animal de carga' a seus serviços; numa insidiosa e irritante insistência em tentar imbecilizar os outros. Ele/a é uma espécie de "imbecilizador/a serial" geralmente refastelado/a em um sofá real ou imaginário; sempre de estrutura patológica. Visa sempre enredar os outros com lábia tipo 'teia de aranha'.

  Tem uma conversa 'grudenta', obstinada e cheia de voltas tecida em torno do interlocutor, o qual nunca é o beneficiário e sim a vítima das suas inconfessáveis intenções. É via de regra aboletado/a num sofá de onde, sem escrúpulo ou pudor, quer manipular o resto do mundo; daí a origem do seu epíteto.

  Quando você leva o dialogo com o/a tal para uma linha lógica que, cobre do/a mesmo/a uma efetiva cooperação operativa, ele/a agarra-se ao 'sofá' [mesmo que você não o veja]. E, logo tece mais um 'fio' no sentido de inviabilizar o seu argumento e as suas ideias; porque, para ele/a o progresso tem 'mão única'; a dele/a.

  Enfim como devemos agir e reagir diante de tal inconveniente, perniciosa, nociva, deletéria; e, mesmo, perigosa pessoa? Faça como eu costumo fazer com eles/as: atropele o discurso do/a tal imbecil com um jato contínuo de frases e ideias mesmo que, "não correspondam aos fatos"...

  Não lhe dê tempo de conseguir usar você como suposta fonte de informação em benefício próprio posto que; é um/a 'sacripanta'. Porque o/a impertinente e perturbador/a mal caráter é de um egoísmo que, nem todo o Universo cabe; disso tenha certeza
.
Enfim, como antídoto à peçonha de tal aracnídeo das relações sociais humanas entendo que, deve-se utilizar munição intelectual de 'grosso calibre', armamento dialogal pesado; uma espécie de 'metralhadora verbal giratória'; tipo "ponto 50". Derruba-los/as das nuvens até que, caiam 'para lá' fumegando por todos os buracos...
 
 
 

(Ilustrações, fonte: Google Imagens)

domingo, 22 de setembro de 2013

Hora nobre


Por George W de B Cavalcanti
(texto atualizado em 23.09.2013)
 

Na vida há algo
Que nos enleva.
Por demais sutil
Até nos ensina,
A leveza de ser;
O sublime amor.

À hora mais nobre
Quando antecede
Ao manto da noite,
Que tudo encobre.

Tenha sua atenção
Nos contritos sons.
Nesse céu de cobre
O amor maiúsculo
Solta os seus dons.

Suavidade intensa
Há na hora mágica
E, na razão imensa
De cada crepúsculo.
 
 
 
 
 


(Ilustrações, fonte: Google imagens)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Recado reggae [confissão*]


Por George  W de B Cavalcanti
 
Não se surpreenda
Também sou assim,
Um tanto diferente.
É que não sei arrancar
Do meu corpo caboclo
A pele da minha alma.
Por herdar a essência,
Da verve lusa, judaica,
Índia, negra e cafusa;
Às vezes até confusa,
Mas, pura e brasileira.
 
Bem sei que o reggae
Os grilhões arrebenta,
Porque dá nosso recado
Enquanto se reinventa.
Recupera toda herança
Devolve com harmonia
Meu coração de criança.
Às vezes até revoltado
Pelo político e pregador,
Rotina de tristeza e dor
No tanto mal espalhado.
 
O reggae é remédio bom,
Semente com a memória
De  amor, paz e harmonia.
Som com verdade e poesia,
Bom  astral muito dançante
Que nos faz assim  contente.
 
Faz a cabeça e chama gente
Que sem o reggae fica à toa
a jogar tanta conversa fora;
Melhor é escutar coisa boa,
Musica de raiz com carinho.
E embalar a luz que condiz
À boa causa, nunca perdida.
Mexe com gente que dança,
Se o embalo é bom, de raiz.
 
 *[Num desses dias em que o ‘astral’ está baixo, amanhecendo, escutei a música ‘Não Basta Ser Rasta’, do grupo musical ‘Tribo de Jah’, e, enquanto curtia a beleza da música e da letra, pensei: meu D’us, esse pessoal além de ser meus compatriotas são, à exceção de um, deficientes visuais (cegos). O meu coração se inundou de júbilo e os meus olhos de lágrimas.]   
(Ilustrações, fonte: Google Imagens)

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Você gosta de liberdade? [A propósito do óbvio]



Por George W de B Cavalcanti
 

A não ser pela obtenção do prazer de alguém pela prática sadomasoquista entendemos que, a resposta à pergunta-título seria "um sonoro e rotundo SIM"; como diria em vida o combativo Brizola em tempos de luta pela democracia em nosso país. Neste sentido, bons tempos aqueles.

E, hoje, o que assistimos? Assistimos desfilarem, aqui diante de nós, cidadãos cubanos privados dos seus mais básicos direitos consagrados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada para todos os cidadãos do mundo pela Organização das Nações Unidas - ONU; consagrada nos tratados internacionais entre as nações civilizadas.

Que o nosso país precisa de mais médicos é uma evidência gritante de longa data, mas, o que não precisamos é que, sejam 400 ou 4.000, cidadãos cubanos que vivam aqui em uma ZONA DE EXCLUSÃO política e social das leis brasileiras. E, que assim continuem sob "os anos de chumbo" em que vivem no regime político de Cuba.

Ora um argentinos não dirige aqui pelas leis de trânsito de lá e nem chineses praticam aqui "negócio da China" pela leis comerciais e tributárias de lá; e, se um brasileiro bordejar por um desses países nem por sonho pode fugir de respeitar e cumprir as leis, e até, tradições e costumes daqueles países. Sob pena de sanções, punições e/ou execração popular.

Mas, parece que "o país da impunidade e do absurdo" alcança o seu paroxismo, seu êxtase em delírio totalitário e antidemocrático pela via da manipulação dos alienados, da desfaçatez política, e do elemento surpresa; em detrimento das verdadeiras aspirações democrática do nosso sofrido povo.

Casar-se, ter filhos e mudar de país nunca constituiu crime pelas leis brasileiras desde que se constituiu como republica democrática. Se isso se constitui crime em Cuba sob o tacão totalitário que, ainda os acomete, é uma barbaridade deles não nossa. Para nós brasileiros é inaceitável passarmos em terras estrangeiras tamanho constrangimento, humilhação e cerceamento das liberdades.

Não senhoras e senhores, compatriotas; não seremos nós o povo brasileiro os autores dessa depreciadora mancha em nossa história republicana e democrática. Não permitiremos que o nosso Brasil se transforme em um grande Gulag de aluguel para a opressão comunista castrista; não seremos coniventes e serviçais de uma barbárie banida da história geral.

Nossa luta, esta sim justa, lícita e legal e consagrada no altar da glória é: LUTAR CONTÍNUA E INCESSANTEMENTE CONTRA TODA FORMA DE OPRESSÃO E INJUSTIÇA, para conceder a todos os brasileiros e aos estrangeiros que aqui estiverem, sejam cubanos ou de qualquer outra nacionalidade, a graça de ser livre; cada vez mais LIVRE!
 
 

(Ilustrações; fonte: Google Imagens)

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

50 anos do sonho


Por George W de B Cavalcanti

Hoje são completos 50 anos de aniversário do discurso histórico em Washington do ativista Martin Luther King* pela igualdade de direitos entre negros e brancos; ao tempo em que o Sr. Presidente Barack Obama avança em corrigir erros e restaurar acertos.

Aproveito para expressar no que me diz respeito que, reservo-me o direito de desconfiar de quem, em se propondo líder, não alinha o pensamento com a prática. O que inclui não discriminar e nem tratar grosseiramente aos 'pequenos' e, aparentemente, desafortunados. Mormente quando, quem o faz se propõe arauto de conceitos e mentor de valores mas que, configura o interlocutor com algo menor diante se seus projetos e ambições pessoais.
 
Porque tenho claro que, a verdadeira oração é a que emana do coração consubstanciada no cotidiano pelo alinhamento dos nossos pensamentos, palavras e ações pautadas pelo amor e empatia. Mesmo que, por mais singelo que pareça o assunto e despojado de fortuna seja o interlocutor. Concluo com o pensamento que, aqui coloca-se como corolário:

*"Eu tenho um sonho. De que um dia meus filhos vão viver numa nação onde não serão julgados pela cor da pele, e sim pelo caráter". Dizia o reverendo.

  Salve 28 de Agosto de 1963.


(Fonte das ilustrações: Google Imagens)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A violência contra o professor no Brasil

A 'anti-pedagogia' do andar para trás:

DOCÊNCIA ACUADA PELA RELAÇÃO SADOMASOQUISTA COMPULSÓRIA NA desEDUCAÇÃO BRASILEIRA.
BASTA!
 
Curta a página: Movimento Contra Corrupção
Acesse o site: www.contracorrupcao.org





sábado, 29 de junho de 2013

O Conto do Frango Oleoso


Por George W de B Cavalcanti


Era uma vez um ‘galinheiro’ um tanto precário (o nosso país) onde um ‘capão’ (político mutilado, educacionalmente) cantava de ‘galo’ (açodado fazia ‘demagogia’) quando, diante de um ‘ovo’ (o petróleo do ‘pressal’), prometeu um ‘frango gordo’ (royalties’ de petróleo) a ser consumido em um ‘banquete’ (destinação para a Educação).

 Acontece que, não percebiam os ‘comensais’ (a população de eleitores) que, o tal ‘ovo’ (o ‘pressal’) ainda precisava ser ‘chocado’ (retirado das profundezas ‘abissais’). Para ter-se naturalmente a certeza de que, estaria ‘galado’ (valorizado no ‘mercado-futuro’) e lhe nasceria o ‘pinto’ (75% dos tais ‘royalties’).

E, caso nascesse, se cresceria e engordaria o suficiente (alcançaria preço rentável) para valer a pena ser ‘consumido’ (destinado) no tal ‘faminto banquete’ (‘déficit’ educacional básico histórico). Evidentemente, se não uma ilusão; é, uma oleosa incerteza.

A propósito: “É uma tragédia, esperar [2022] pelo pressal e não se investir na educação básica agora. É [se tudo der certo com o pressal] sacrificar uma geração e meia. Senão, esperar demais por uma ilusão”. (Senador Cristovam Buarque – PDT/DF, em sessão plenária do Senado na sexta-feira 28.06.2013).




 (Ilustrações, fonte: Google Imagens)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Reforma Política; referendo sim, plebiscito não



 Por George W de B Cavalcanti


Querer fazer plebiscito ‘à toque de caixa’ para uma população que em sua maioria [quase absoluta] não sabe o que é isso; e a diferença de significado entre essas duas palavras, é uma proposta, no mínimo suspeita.  

Ora, evidente está que, essa aloprada ideia de plebiscito sobre um assunto de tamanha complexidade a cargo da população deste país; a qual, segundo a estatística oficial é ainda, em sua maioria, constituída de analfabeto absoluto e de analfabeto funcional, é de uma malícia indisfarçável.

Assuntos tais como REFORMA CONSTITUCIONAL, e, afins, são de responsabilidade do Congresso Nacional; cabendo à população de baixa escolarização apenas REFERENDAR o texto elaborado pelos notáveis no assunto dentre os congressistas.

E mais, uma cédula de votação séria e adequada ao plebiscito de tal reforma de base nacional idônea teria que conter, no mínimo, uma dezena de perguntas mutuamente excludentes e sobre aspectos os mais complexos e controversos próprios do tema.

Acontece que, para resolver isso nós já sustentamos o Congresso Nacional mais caro do planeta. Portando entendemos que, não devemos aceitar nas mãos essa ‘batata quente’; de ‘plebiscito’ sobre um assunto ‘cozinhado’ há décadas por nossos parlamentares.

Ao que nos parece, claro está que, o que devemos defender e exigir dos senhores e senhoras legisladores é que exerçam com idoneidade o papel que lhes cabe e cumpram com os deveres que a Constituição da República Federativa do Brasil lhes determina.  

Ainda que, a Reforma Política, um tema da mais candente premência republicana e democrática, ainda não tenha recebido da parte dos poderes constituídos e dos que nos representam o devido atendimento, é a eles que cabe propor e repor.

No mais, o que nos cabe é testamos as novas maneiras políticas; e, se não condizentes com o aperfeiçoamento e melhor êxito da vivência e convivência nacional, levarmos então ‘o gigante’ às ruas, cada vez mais acordado.

Enfim, nessa hora decisiva entendemos caber a nós que movemos esse país-continente o seguinte: REFERENDAR uma condizente proposta; de uma nova política que, atenda aos reclamos democráticos da nossa nação. 



(Ilustrações: Google Imagens)

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vacina ética (crônica)


"Senhor, fazei de mim uma pessoa honrada e honesta"

Por George W de B Cavalcanti


Provavelmente em decorrência das muitas cenas, sob as nossas janelas e pela TV, assistidas por nós nesses recentes dias; hoje pela manhã em reunião doméstica minha mãe pontificou do alto de sua nonagenária sabedoria, com estas palavras:

“Eu, eduquei meus filhos ensinando-os a rezar dede pequenininhos, iniciando a prece assim: SENHOR, FAZEI DE MIM UMA PESSOA HONRADA E HONESTA. E pedia a eles que repetissem a minha oração, no que eu era prontamente atendida; isso todos os dias, por toda a infância!”

 Na ocasião, absorto por aquelas pretéritas e tão atuais palavras da minha querida genitora, pensei comigo: ‘sim, esta é a mais pura e adequada ‘vacina ética’; especifica e de amplo espectro. Tanto que, no que me diz respeito e ao que tudo indica, alcançou exitoso resultado.

E continuei ‘matutando’ assim: que bom para mim, para os meus semelhantes, para a sociedade, para esta nação, e, por extensão, para todas as formas de vida que habitam esse nosso lindo planeta azul; nossa casa comum.

Enfim, contemplando o radioso céu desta manhã recifense, com a mente e o coração arrematei deste modo: quisera alcançasse o nosso povo; o entendimento dessa maternal sabedoria. E que, repercutisse sua iluminação aos seus filhos; no recesso de seus lares, e em todas as escolas deste nosso grande país.

 
A CORRUPÇÃO



(Fonte: https://www.facebook.com/ -   Ilustrações: Google Imagens)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Brasilino Pão e Circo

Dentista Cinthya Moutinho foi morta porque tinha apenas R$ 30 na conta
 
Por George W de B Cavalcanti
 
 
Vivemos hoje no Brasil o estágio socioeconômico da 'PERIFERIA EMERGENTE-REAGENTE'. Se vocês prestarem bem a atenção ao perfil social da nossa realidade atual, de um lado ou de outro da Lei perceberão que, há muito em comum entre ambos os grupos: pouca instrução e desesperada ambição. Fruto amargo que não serve para remédio; esse é o resultado em nosso país de gerações impedidas de investir financeira e intelectualmente em livros e conhecimentos.
 
Uma realidade tenebrosa que, pela concepção social maniqueísta das nossas históricas elites, faz brotar como atores sociais massivos, respectivamente: o cidadão mal educado, o trabalhador despreparado e o bandido desalmado. Contexto esse que, qualitativa e quantitativamente faz sofrer barbaramente ao nosso povo, especialmente aos remanescentes da antiga classe média domesticamente bem educada e patriótica; pela avassaladora inconsciência e inconsistência dessa dita "nova classe média", em seu grau de fragilidade.
 
Eu, gostaria muito que me aparecesse alguém de cabedal moral ético e com uma proposta política crível quanto a isto. Ou, que me provasse que estou errado e que me convencesse do contrário.




(Ilustrações; fonte: Google Imagens)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Cartinha do milho à canela



Curau de milho e canela, comida típica brasileira
Por George W de B Cavalcanti
 
Recife, PE. 03 de junho de 2013.

Bom dia, menina querida.
 
Cultivamos sensatamente o mútuo conhecimento; o que, é muito importante. Pelo que, te ofereço um mundo novo de experiência de vida, conhecimento acumulado, e horizontes de saberes, talvez, nunca antes por nós imaginados. Mas, bem sei que isto exige de cada um de nós o cultivo de alguns predicados, tais como: interesse de crescer e fortalecer-se interiormente, sadia curiosidade, interesse em transcender o comezinho; rotineiro lugar comum.
A fé e o compromisso com a possibilidade do Eterno é que nos impulsiona, imagino. Até porque, essencialmente, por causa dessa possibilidade é que entendemos e vivenciamos o conceito de transitório, que é o respectivo e fugaz antônimo. Pelo entendimento e fé é possível acessar a mais preciosa joia conceitual dessa transitória existência: a confiança; uma dádiva divina para poucos.
Para os escolhidos por Deus para a parceria dos que, por uma profunda e transcendente motivação, se escolhem mutuamente. Humildade de espirito, vivo interesse, compromisso com a Vida, confiança e paciência; este é o amálgama do qual é feita a chave mais poderosa nesta vida: a felicidade.
Ela é reveladora e fascinante, mas, ao mesmo tempo frágil; porque proporcional às habilidades e competências que, apenas o cultivo das boas virtudes pode proporcionar aos muitos afoitos usuários dela. E, porque se encaixa somente em seres de um mundo imperfeito, pela fechadura da nossa imperfeição; nesse mundo em constante transformação.

Um 'cheiro', de milho e canela.
 
George


(Ilustrações; fonte: Google Imagens)

sábado, 30 de março de 2013

Revm.º Dom Robinson Cavalcanti e esposa Prof.ª Miriam Cavalcanti , in memoriam

Org. George W de B Cavalcanti (1º irmão de D. Robinson por ordem cronológica)
Revm.º Dom Robinson e sua esposa Prof.ª Miriam, mortos em Olinda - PE., Brasil
"Que Deus Não nos Livre de Um País Evangélico"
Por Revm.º Dom Robinson Cavalcanti*

Uma primeira constatação é que estamos ainda distantes de ser um “país evangélico”: quarenta milhões da população é formada por miseráveis; uma insegurança pública generalizada; uma educação pública de faz-de-conta; uma saúde pública caindo aos pedaços, assim como as nossas estradas, a corrupção endêmica no aparelho do Estado, o consumo da droga ascendente, prostituição, discriminação contra os negros e os indígenas, infanticídio no ventre, paradas de orgulho do pecado, uma das maiores desigualdades sociais do mundo. Uma grande distância do exemplo de vida e dos ensinamentos de Jesus de Nazaré, cujas narrativas e palavras somente conhecemos por um livro chamado de Bíblia, que o mesmo citava com frequência, e que foi organizado por uma entidade fundada pelo próprio: uma tal de Igreja. Uma grande distância da ética e da “vida abundante” apregoada pelas Boas Novas, o Evangelho.
Percebemos sinais do sagrado cristão em nossa História e em nossa Cultura, mas, no geral, ficando na superfície. Se os símbolos importassem tanto, o Rio de Janeiro, com aquela imensa estátua do Cristo Redentor, deveria ser uma antecâmara do Paraíso.
A Ele, Onipotente, Onisciente e Onipresente, Senhor do Universo e da História, com os anjos e arcanjos, com a Igreja Triunfante e a Igreja Militante, intercedendo por todos que atravessam crises espirituais, seja toda a honra e toda a glória!

*[IN MEMORIAM/em memória (Revmoº. Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti, Bispo Diocesano da IEAB - Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, advogado, sociólogo, cientista político, teólogo, professor e escritor. E, a esposa Prof.ª Miriam Cavalcanti). Eles estão sendo relegados e esquecidos rapidamente pela mídia e pelos 'midiáticos', outrora amigos diletos. Mas, nós seus familiares, não os esquecemos]



Fonte: Gospelmais; publicado no blog Gerados no trono em abril de 2011

Rádios de Israel - escolha a estação

Antes de escolher uma rádio desligue outro áudio que estiver escutando.