Saudação

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sábado, 13 de dezembro de 2008

O finado "jeitinho"

Por George W B Cavalcanti


O tempo do ‘jeitinho brasileiro’ acabou, está morto e sepultado. No trabalho, na escola, na família e na vida social e política os brasileiros, enfim, procuram construir uma nova forma de ser e de viver: conseqüente; mais civilizada e merecedora de maior respeito e acolhida no concerto das nações mais evoluídas – o controle da inflação e a estabilidade econômica são provas disto.

Nossa gente agora já sabe que ética tem tudo a ver com cidadania, com os direitos humanos, com a liberdade, com a democracia e com desenvolvimento sustentado. No entanto ainda há muito por se fazer em termos de inclusão de ética, hierarquia e estética nos âmbitos sociais, político e econômico desse nosso ‘Brasil brasileiro’.
E, profundas e reparadoras correções de tradições e costumes são imprescindíveis – ‘prá ontem’- a fim de ensejar-nos um país razoavelmente decente – reformas basilares ainda mofam às pencas nas gavetas das nossas ‘excelências’ dos três poderes constituídos.

Contudo, embora a ‘trancos e barrancos’, luzes se prenunciam no fim do túnel e, iniciativas como a – em gestação – “Lei do Político Ficha-suja”, enfim tornou-se fruto do clamor social e irreversível. Então, é hora de cada um de nós e, todos, nos perguntarmos se já sabemos como viver esse novo tempo. Porque somente respondendo afirmativamente a nós mesmos e aos demais, correspondermos às nossas próprias expectativas e às dos nossos concidadãos, numa perspectiva de paz e progresso.


União dos Palmares - AL, 05 de julho de 2008.

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