Saudação

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A (r)evolução pelo voto

Por George W B Cavalcanti


Eleitor indeciso até na hora de votar sempre existiu e vai continuar existindo: isto faz parte da liberdade democrática e, como em tudo na vida, tem o seu lado bom e outro ruim. Porque, se por um ponto de vista este tipo de eleitor parece mostrar senso de responsabilidade e de seriedade no trato das eleições, por outro pode ser um sinal de grave despreparo e imaturidade para a vivência cívica.

Evidentemente que os retardatários na escolha dos candidatos e os vacilantes na frente da urna de votação merecem mais atenção e cuidados especiais; tanto pelos candidatos aos cargos eletivos quanto pelas instituições e poderes constituídos. Mas, vale ressaltar que nesse processo educativo da cidadania, tem cota maior de responsabilidade e de engajamento, cada um e todos os melhores preparados pela educação – principalmente a formal – e pela experiência prática da vida.

Certamente que, a busca por fazer parte do grupo das nações mais dinâmicas e desenvolvidas está no íntimo de cada um de nós brasileiros e, mesmo as nossas crianças já tem claro o nosso potencial e querem transformar este país grande num um grande país. Parece estar ficando claro para nós o entendimento de que, evolui-se neste sentido ao se ser diligente e pelo senso de solidariedade cívica e patriótica – e, com júbilo vemos isto firmar-se em campanha eleitoral em nosso país.

Vez que, embora lentamente como tudo no processo das mudanças culturais, pouco a pouco – demorou, hem! – as putrefatas mazelas e patifarias das velhas e carcomidas práticas eleitoreiras vão paulatinamente para a lata do lixo da nossa história. ‘Reciclagem’ delas? Sem chance! O nosso velho e bom ‘gigante pela própria natureza’ parece que finalmente está acordando; até porque a nossa gente está longe de ser constituída por alguma etnia descerebrada ou por alguma subespécie humana -, imagem esta que só se configura na mente deformada de ridículos absolutistas de grotões ou de favelas -; para os quais definitivamente não há mais futuro.

Escolhamos, pois, os nossos candidatos a titulares dos poderes legislativo e executivo sempre conforme suas competências e merecimentos e, sempre os melhores; não por outro critério que não seja a idoneidade, bom caráter e comprovada capacidade para o cargo. Assim, votemos sem medo e com responsabilidade, para o bem do aperfeiçoamento da democracia – ora exercida eleitoralmente nos âmbitos municipal e estadual. Ou seja, na consolidação de importantes conquistas coletivas pela prática do voto universal, secreto, limpo e bom; que é o instrumento maior na conquista da cidadania e soberania nacionais.


União dos Palmares - AL, 31 de agosto de 2008.

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